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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Você arruinou.




Sinto dizer que está sendo horrível para mim disfarçar que não te amo mais, que não existe mais o "nós", que choveu quando era para fazer sol, que rimos enquanto devíamos ter chorado, e falamos no momento em que o silêncio tentava se habituar. Tudo aconteceu na hora errada. Eu tento pensar assim. Agora, é apenas uma questão de tempo para me acostumar à isso. Estou louca para que as horas voem. Nada está sendo fácil! Eu quero uma companhia, mas nenhuma, por mais carinhosas e fofas que sejam, não me satisfazem. A única pessoa que desejava ter ao meu lado agora era tu. Mas eu tento esconder esse desejo, essa paixão que arde sempre mais e mais. Eu tento não vir aqui ao blogue para falar de ti, mas não me ocorre outra coisa pela cabeça. Nunca pensei no tamanho poder do amor! Eu ainda te amo H. E também sinto dizer isto.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

I know I must be strong


Sinto tanto por tudo isto que se passa neste momento por mim, mas eu tenho Deus que me ajuda  a suportar esta mizerável dor. E me dói ainda mais o coração lembrar de quando eu pensava que mesmo que me faltassem as palavras, e ainda que eu não soubesse falar, nós estaríamos sempre juntos... Que somente eu tinha a ti e que tu eras a minha herança, e que te amava, e amo em verdade. Que boba fui ter pensado assim. Dei tanto e nada recebi. Quando penso nisso... ai que tristeza me dá. Agora eu sei e entendo que só Deus é que sempre fica na minha vida. Porque tu fostes embora e não quero que voltes nunca mais, não para me fazer sofrer mais do que já sofro!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Rasgue as minhas cartas e.... não me procure mais!

É inevitável te amar assim. Quantas vezes digo NÃO mas lá no fim sempre me entrego? É inevitável o poder da paixão. Se tento esquecer, lá dentro o coração fica surdo, fica mudo, fica cego...

É assim que eu me sinto... é esse meu jeito de (te) amar! Eu peço-te que, se minha presença, meu carinho, minhas palavras, meu sonsolo, minhas lágrimas, meus conselhos, minha voz, meu acalento, meu abraço... meu amor... Se nada com relação à mim, não mais te satisfaz, então larga de mim, me deixa, me esquece, desaparece de uma vez por todas, e não digas nada para não machucar meu pobre coração. Rasga todas as cartas que te dei, esqueça todas as palavras que te falei, não lembre de nossos beijos, não pronuncie meu nome, não ligue para mim, não faça-me sofrer mais! Eu não vou negar que te amo e que sinto saudades quando o teu corpo toca o meu. Mas, CHEGA! Porque agora quem grita não sou mais eu, mas meu coração entristecido e magoado pela perda de um amor. Não quero que você fique comigo por piedade, pois eu não sou uma coitada e, embora leve tempo demais para curar a ferida, eu vou levantar-me e andar de cabeça erguida. Eu quero que você fique comigo se, realmente, você me ama, coisa que, agora, tá muito dificil até de suspeitar. Você mesmo me disse. Portanto, eu não quero mais você! E, olha, é imensa a dificuldade que tenho de dizer isto e de fazer isto. Eu sonhei tantos momentos nossos juntos... fiz tantos planos... combinávamos tanta coisa... Tava construindo um castelo, que não era á beira da praia, mas num lugar muito bonito, só que me esqueci que não havia material para a construção do castelo e, ainda assim, resolvi construílo de modo que, eu sabia que a qualquer momento ele poderia desmoronar... pois tava sendo construido de areia. Nem terminei porque no lugar ventava muito e ele foi ficando frágil... a beleza foi caindo... a única janela construída, por onde entrava todo o ar e toda felicidade também foi desmoronando... desmanchou-se! E a dor da princesa foi terrível. Mas seu pensamento ainda é firme de ser feliz e ir em busca dessa felicidade. Pois, ela sabe que, para ser rainha, nem sempre é preciso ter um rei.

Eu te amo, idiota, mas vivo na esperança de esquecer-te...